Eternally stuck in beta version

Hiato

A atividade por aqui vai cessar pelo menos até o dia 16 de março. Isso porquê estou saindo daqui a uma hora rumo ao aeroporto de Guarulhos, para pegar um vôo que me levará até a Bahia, mais especificamente Salvador. Por lá, passarei não apenas o restante do Carnaval, mas também 20 dias de merecidas férias.

Até a volta!

Biometria Doméstica

E para meu deleite total, conforme a tecnologia avança as soluções biométricas se tornam mais e mais sofisticadas, populares e, acreditem, acessíveis. Antes de mais nada, se você não sabe do que trata a biometria, trata-se de uma técnica que emprega o uso de características pessoais únicas das pessoas para permitir sua identificação. Assim, a leitura de retinas, íris, e mais recentemente, do desenho do esmalte dos dentes, são todas técnicas de identificação biométrica.

A técnica de identificação mais simples, empregada no Brasil desde o início do século XX inclusive para a confecção de nossos documentos de RG, é a leitura de impressões digitais. Conforme eu mesmo já citei em posts anteriores sobre o mesmo assunto, vários filmes, como Eu, Robô (2004), estrelado por Will Smith, retratam a biometria como método para a confirmação de pagamentos e para o controle de acesso físico aos ambientes em empresas.

Mas que tal usar um sensor biométrico em uma fechadura na porta de sua própria casa? Pode ser uma proteção ultra-avançada para seu lar, baseada na digitalização e reconhecimento de suas próprias impressões digitais — e as de até 137 outras pessoas — para só abrir a porta para aqueles em quem você confia. Pela bagatela de US$ 199,00 — o que não chega a ser lá tão caro atualmente — você pode adquirir o Fingerprint Keypad Door Lock FSLA93, produto inovador e carro-chefe de vendas da FSLocks.

O produto possui trancamento automático, acesso através de PIN e, em último caso, pode-se inclusive utilizar uma chave comum para abrir a porta. De qualquer forma, quando vejo a fechadura hi-tech sinto logo um impulso quase incontrolável de comprar uma. Quem sabe não chegue por aqui com preços mais acessíveis, não é mesmo?

CoComment

Tem havido muito burburinho na web recentemente por conta de um serviço recém-chegado, chamado CoComment. A inquietação se faz presente porquê o tal serviço responde a uma necessidade bastante antiga não apenas minha, mas de muita gente por aí, que também possui um weblog: Rastrear comentários próprios, feitos em outros sites da internet.

Afinal de contas, se você possui um blog, não é preciso que eu diga o quanto é chato ficar tentando se lembrar, horas ou até mesmo dias depois de ter deixado um comentário interessante internet afora, onde foi exatamente que você fez isso. O CoComment se propõe a fazer este trabalho por você, concentrando, em uma única página que levará seu nome de usuário como identificação, todos os comentários que você tiver deixado em sites alheios, bem como as continuações, ou seja, comentários deixados por outras pessoas nestes outros sites.

A idéia parece interessante. E, realmente, há muita gente que gostaria de manter um histórico de seus próprios comentários para referência futura. Eu mesmo criei uma conta por lá, e aproveitei para, enquanto visitava a web afora, cadastrar alguns comentários no serviço. Você não precisa deixar de comentar no próprio blog que visita, mas precisa, sim, instalar um atalho em seus favoritos — chamado, na verdade, bookmarklet — para ativar o CoComment que, aliás, também tem seu desenvolvimento feito em AJAX, como muitos serviços que têm surgido recentemente na grande rede.

Visitou um site? Deixou um comentário? Escreva o texto normalmente, mas, antes de clicar para enviá-lo, clique no bookmarklet do CoComment e aguarde até que ele salve o comentário em sua página centralizada e depois submeta o que você escreveu ao blog original. Tudo muito simples — e rápido. Talvez o maior trunfo do serviço, por sinal.

Mas há pelo menos uma falha neste processo: Ele não armazena seus trackbacks, ou seja, comentários que você faz em seu próprio blog a respeito de posts que encontra em outros blogs. E ontem mesmo, deixei um comentário no blog de um amigo, e me esqueci de clicar no bookmarlet. Resultado? Não salvei meu comentário, operação para a qual, aliás, não existe undo. Ou seja, perdi o histórico. Isso se deve ao fato de deixar o processo nas mãos de seres humanos, sujeitos a falhas. O que se faz necessário é o aparecimento de uma ferramenta que dispense a necessidade de clicar o tal bookmarklet, tal como o script GreaseMonkey que é sugerido pelo Neto Cury no Portal WordPress, ou qualquer coisa similar.

No fundo, aliás, por mais que o CoComment me chame a atenção, não sei o quanto me agrada registrar meus próprios comentários, feitos em outros sites, em uma página externa. Acredito que, com o passar do tempo, alguma mente brilhante vá pensar em uma solução — talvez um plugin — para que meus registros fiquem gravados em minha própria base de dados. E eu acho que, com todo este frisson recente em torno do serviço, tal funcionalidade não deve demorar a aparecer no próprio WordPress, para minha tranq¼ilidade…

Festa da Dinda!

Este bebê que vos escreve acaba de participar da primeira festa de aniversário da vida dele!! E foi da minha priminha Pricilla, que completou 15 anos hoje e fez uma comemoração da qual eu nunca vou esquecer, porquê foi um dos momentos mais legais e agitados que eu presenciei! Tinha bolo, doces, salgadinhos, bebidas, um montão de gente dançando um som beeeeeem alto e animado por um DJ.

Pricilla e Xande

Eu tenho que confessar pra vocês que   primeira vista, ao ver toda aquela muvuca junta, me assustei. Não gostei muito da idéia, mas fui me soltando aos poucos. Fiquei foi muito animado com a bagunça, tanto que fiz a maior folia enquanto, a todo momento, passava do colo de um pro outro, já que até na festa da Pricilla as pessoas queriam me pegar no colo (adorei). A folia durou tanto tempo que eu acabei, no final, pegando no sono. Mamãe me levou pra casa, trocou minha roupa e me pôs pra dormir que eu nem vi a hora. Só acordei mesmo no outro dia… Mas vou contar é mais detalhes pra vocês da festa…

Foi nessa festa que conheci uma galera bem legal, que, assim como eu, veio de outro lugar que não era a Bahia. É o pessoal de Recife, duas primas da minha mamãe, Patrícia e Cristiane, que vieram trazendo uma amiga, a Gisa. Falando nisso, a Gisa me tratou muito bem, passeou bastante comigo e me encheu de carinho. Apesar de não ter tido muito tempo para ficar com ela e conhecê-la melhor eu percebi que ela é muito simpática, carinhosa e que gostou muito de mim, pois toda vez que me via, vinha ao meu encontro e não cansava de me encher de elogios, paparicos, beijos, carinhos, mesmo depois da festa acabar. Aliás, espero que a gente possa se ver em breve e que dessa vez com mais tempo para nos conhecermos melhor e aprontarmos bastante juntos! Ela é uma pessoa alto astral e meio maluquinha do jeito que eu gosto!

Xande e a galera na festa de Pricilla

Enquanto eu passeava de colo em colo, minha priminha Pricilla foi quem realmente aproveitou bastante… sumiu no meio da galera e se esbaldou de tanto dançar ao som cada hora de uma música. Quando eu procurava por ela, era impossível achar, já que ela ficava rodando de um lado pro outro, conversando com todo mundo. Afinal, o aniversário era dela…! Aproveito para desejar a ela um feliz aniversário, muitos anos de vida e bastante saúde, que é pra ela poder usar brincando bastante comigo assim que a gente se encontrar de novo… Aliás, Pri, te adoro de montão e só não é mais porquê pra isso você precisa virar são-paulina como o papai e eu (não preciso nem dizer quem me influenciou a dizer isso, né?).

Beijo do Xandinho!

Suuji wa dokushin ni kagiru

Você é dessas pessoas que adoram uma partida de xadrez? Se sim, parabéns, pois já começamos este post descobrindo que temos algo em comum. Mas muito provavelmente a resposta seja não, eu presumo. Digo isso porquê, gostando como eu gosto do milenar jogo inventado — provavelmente — pelos indianos há mais de 2000 anos antes de Cristo, sei o quanto é difícil encontrar pessoas que gostem de se divertir movimentando peões, cavalos e bispos, em partidas deste que é de longe o maior clássico dos jogos de estratégia do mundo. Xadrez é, infelizmente, para muitos, um jogo muito chato.

Mas pensemos em outros jogos de raciocínio. Que tal usar como exemplo aquele que é um dos maiores campeões de audiência na praia, principalmente quando aquela chuva chatíssima insiste em cair lá fora, e o sol parece mesmo ter tirado longas férias? Estou falando de resolver palavras-cruzadas. Um hábito que herdei de minha mãe, que sempre gostou deste tipo de diversão, e que certamente contenta e diverte, ganhando de longe, muito mais gente do que uma partida de xadrez.

Palavras-cruzadas são um de meus passatempos favoritos, porquê são práticas e seus níveis de dificuldade diferentes ficam a gosto do freguês. Agradam a qualquer pessoa justamente por isso, e também têm um ponto positivo excelente: Não é preciso um computador para um bom problema de cruzadas, embora haja pelo menos uma excelente versão on-line. Mas há pelo menos mais um jogo que se merece citar, tão intrigante e repleto de lógica quanto podem ser o xadrez e as palavras-cruzadas. Este terceiro jogo chama-se Sudoku.

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Meus 8 meses!

Completei meu oitavo mês de vida passando por coisas bastante diferentes! Depois de ter voado de avião pela primeira vez na minha vida, passei esta data em companhia de todos os meus parentes de Feira de Santana! Foi muito legal, porquê meu dia foi muito, muito agitado, pois eu brinquei bastante com meus priminhos e aproveitei bastante o fato de todos eles quererem me dar tanto carinho! Afinal de contas, uma visita dessas   Bahia não é uma coisa que eu farei sempre, já que a distância é grande.

Xande e mamãe

Também nesse dia, como em todos os outros que passei na Bahia, o calor estava enorme. Para compensar, tomei bastante banho e passei o dia na base da água de coco e de sucos, que, embora eu acredite que não tenham o mesmo gosto de um bolo de aniversário — do qual eu até agora só ouvi falar, porquê ainda não posso comer — são uma delícia!

NewsAlloy

Já tem bastante tempo que uso como agregador RSS o Bloglines, e, sinceramente, fica até complicado pensar em um substituto pra ele. Mas eu vivo procurando. Não se trata de insatisfação, pois o serviço é excelente. Digamos apenas que eu não consigo viver sem uma novidade, e sempre procurei algo que me surpreendesse nessa área, embora até hoje isso tenha sido bastante difícil.

Até hoje. Há quase duas semanas atrás, enquanto navegava pela internet, encontrei um site que também oferece agregação de conteúdo diretamente pela web, o que, em termos de acessibilidade, é uma mão-na-roda pra quem vive mudando de computador, ou vive em trânsito de casa pro trabalho, do trabalho pra escola, ou de qualquer lugar para qualquer outro. Trata-se do NewsAlloy.

O que tem o NewsAlloy de tão diferente? Bom, começo logo por uma das coisas que mais me deixam empolgado na web ultimamente: O serviço é 100% desenvolvido em AJAX, uma tecnologia de ponta que permite o desenvolvimento de aplicações web que não ficam devendo em nada, muitas vezes, para qualquer programa que você rode diretamente no seu computador. Só por este “pequeno detalhe“, já é possível afirmar sem medo que o acesso ao conteúdo de seus feeds é bem mais rápido, isso porquê não é preciso esperar a página recarregar a cada clique de mouse que se dá.

Além disso, o NewsAlloy é organizado como um programa de e-mail. Quando você visualiza a interface do serviço, sente-se logo como alguém que abriu o Thunderbird ou o Outlook. Há, do lado esquerdo, opções que o levarão ao seu Inbox, contendo os últimos itens atualizados de seus feeds, ao Archive, onde tudo pode ser armazenado para referência futura, sem que nunca seja perdido, além da lixeira (Trash) e de uma localidade especial, onde podem ser recuperados os itens marcados para leitura posterior (Pinned).

Talvez algumas pessoas achem que o NewsAlloy não valha a pena, pois ainda está em desenvolvimento. Eu, por outro lado, considero isso como uma oportunidade de ver um número cada vez maior de novidades surgirem no serviço. Além de marcar itens para ler mais tarde, tal qual marcamos e-mails no GMail com suas estrelas, há pelo menos duas outras coisas que já me chamam a atenção logo de cara: É possível associar a cada item lido uma ou mais tags, etiquetas para identificação e classificação de conteúdo, tal como as que existem em serviços como o del.icio.us ou Flickr. Esta funcionalidade permite, por exemplo, que se arraste um item do diretório de feeds para uma de suas pastas já existentes, tornando o processo de assinatura algo bem simples.

A segunda coisa — e última sobre a qual falarei neste meu pequeno relato a respeito do NewsAlloy — é que seu sistema de navegação é bastante interessante. Do lado direito da tela é possível encontrar atalhos para as principais funcionalidades básicas de um leitor de feeds RSS, muitas das quais, à mão no serviço, também o tornam melhor do que o Bloglines minha opinião. E como se isso já não bastasse, ainda é possível, abaixo de cada item apresentado na tela, encontrar um menu que integra o agregador em AJAX a serviços como os já citados Technorati e del.icio.us, o digg e o Google Blog Search.

Parece realmente que dentro em breve estarei deixando de lado o Bloglines. Se o desenvolvimento do NewsAlloy continuar como está, não terei motivos para não trocar de favorito. Mesmo um dos outros atrativos — até então — únicos do serviço mais antigo, a possibilidade de verificar quantas pessoas estão assinando o feed do seu blog, existe no leitor em AJAX. Mas comentar a respeito seria falar de mais uma das funcionalidades do NewsAlloy, e estas, eu quero que vocês descubram e me digam suas opiniões a respeito depois…

Portal WordPress

O mais novo endereço para quem precisa de ajuda com uma das mais populares ferramentas para criação de weblogs do mundo já está disponível, com duas facilidades a mais: Além de estar 100% em português, a ajuda vem principalmente da mente genial de meu amigo catanduvense Neto Cury que, depois de ajudar na criação de belas iniciativas como o WordPress Brasil e a lista de discussão de mesmo nome, tem tudo para arrebentar neste novo desafio.

Com fórum de suporte, notícias sobre plugins e temas, além de mais uma série de informações importantes, o Portal WordPress é parada obrigatória pra você que está iniciando na ferramenta, ou pra você que, mesmo com certa vivência, está procurando aquela dica diferenciada. A mim, só resta cumprimentar meu amigo Neto Cury mais uma vez pela iniciativa, e dizer que pode contar comigo pra qualquer ajuda que precisar.

Torus Trooper

Com a correria incessante que a minha vida tem sido, diria sem sombra de dúvida que meus níveis de estresse têm aumentado bastante, o que faz com que seja necessário que eu arrume algum tipo de passatempo pra que eu possa descontar a tensão quando chego em casa. Além de pegar meu filho e ficar muuuuito tempo com ele no colo — o que, convenhamos, já me faz esquecer dos problemas cotidianos muito bem —, há também uma novidade interessante que descobri há pouco tempo, relacionada, obviamente, ao computador.

Trata-se de um jogo daqueles às antigas, do tipo shoot’em up. Neste tipo de jogo, naves espaciais aparecem e tudo o que você precisa fazer é detonar todas elas. Lembram de Galaga, Space Invaders, Nemesis ou Megamania? A sensação é a mesma. Mas adicione ingredientes 3D e coloque a nave que você pilota em um corredor onde você voará a velocidades absurdas, dando tiros até não poder mais, sob pena de ver seu tempo diminuir quando esbarra em algum obstáculo, e aumentar quando você destrói determinadas naves. Este é Torus Trooper, meu mais novo vício, um game freeware de download pouco maior que 6mb.

Se dar uns bons tiros alivia suas preocupações e baixa os níveis de estresse, então eu recomendo.

TV no Celular

Recentemente, após alguns anos de bons serviços, meu antigo celular — um Motorola V150 que me acompanhava para cima e para baixo — resolveu bater as botas e se despedir de mim. Dessa forma, fui obrigado a comprar outro aparelho, desta vez um LG Ã?â?nix MG155C, um belo aparelho, por sinal, todo preto, inspirado na pedra de mesmo nome, e que faz parte da gama de aparelhos 2.5G. Java, modem GPRS, mensagens de multimídia, viva-voz, despertador e gravador de voz são apenas algumas das características do aparelho, muito versátil.

Apesar disso, o celular não toca MP3 nem possui câmera embutida. Acho que essas funcionalidades não me são necessárias no momento. A paternidade me tira todo o tempo que possuo pra ficar na frente do computador ouvindo música, e talvez ouvi-la pelo aparelho fosse uma alternativa, mas não a acho viável no momento. Câmera digital, me basta a que estou usando há certo tempo, e que me permite tirar tantas fotos quanto eu queira, depositando tudo no bom e velho Flickr depois.

Agora, se os celulares no Brasil já tivessem TV digital, a história mudaria pra mim. Trocaria pra um desses novos aparelhos voando, tal como digo no meu último artigo para a Rádio Antena 1.