Cérebro, o pai da mentira?

Vocês conhecem um instrumento chamado polígrafo? Em vários filmes de ação e do gênero policial, é muito comum encontrá-los em cena. É que estes aparelhos são usados pelos especialistas na detecção de mentiras, medindo mudanças na respiração, pressão arterial e resistência elétrica da pele do indivíduo sendo investigado e ââ?¬â?? se este estiver emocionalmente perturbado ââ?¬â?? dizendo se as afirmações realizadas são verdades ou não.

Há um problema histórico com estes aparelhos, no entanto. Embora se proponham a diferenciar fatos de invencionices, não são lá os reis da precisão. Mentirosos experientes podem, em certas condições, enganar os polígrafos. É por isso que muitos tribunais desconsideram as análises realizadas durante julgamentos, confiando apenas nos jurados para determinar quem está ou não sendo sincero.

Mas uma nova técnica promete acabar com essa história e finalmente fazer com que testes anti-mentira sejam aceitos como provas irrefutáveis. Batizada de Functional Magnetic Resonance Imaging, ou fMRI, trata-se de um procedimento empregado nos estudos do cérebro humano, que agora também deverá servir como detector de mentiras.

Mas embora as Universidades da Carolina do Sul e da Pensilvânia estejam em plena fase de testes, obtendo em média 90% de acertos com um scanner cerebral em relação às mentiras, ninguém sabe ainda se a técnica será mais confiável do que a do polígrafo. O argumento dos defensores do fMRI é que a análise é feita diretamente no centro da mentira, o cérebro, não usando medidas secundárias como a pressão arterial, por exemplo.

Já tem gente criticando o novo scanner e relacionando o aparelho com questões de privacidade. Novamente, aqueles que o defendem contra-atacam, pois dizem que é preciso que a pessoa concorde em passar pelo detector de mentiras, sendo que ninguém pode forçá-la a fazer isso, tal como já acontece com os polígrafos atuais. Eu assino embaixo, e acredito que privacidade não seja um problema neste caso, realmente.

Ainda será preciso investigar os resultados do aparelho em pessoas que não estejam entre 18 e 50 anos de idade, a faixa etária escolhida para os testes. Também ainda não se sabe os efeitos da detecção de mentiras em pessoas que estejam tomando medicação. De qualquer forma, tudo o que puder auxiliar no combate ao crime me parece uma idéia fantástica. Esta, então, parece daquelas que saem de livros de ficção científica, o que a torna especialmente interessante pra mim. Vamos ver o que pode sair dessa pesquisa.

Polegares de Super Massa

Alguém me apresente outra pessoa que seja tão entusiasta da biometria quanto eu e certamente nós dois poderíamos ficar batendo papo por horas a fio, a respeito de todas as tecnologias que poderiam ser usadas na identificação de pessoas. Desde uma simples impressão digital até o reconhecimento de retina, existem muitos processos que podem ser utilizados e, eu lhes garanto, todos eles visam facilitar e tornar cada vez mais rápida a vida das pessoas, diminuindo principalmente seu tempo de espera em filas de banco, supermercados e até mesmo para tirar segunda via de muitos documentos.

Recentemente, quando fui renovar minha carteira de habilitação, pude comprovar que aos poucos a biometria tem se tornado uma realidade cada vez mais presente na vida real, inclusive aqui no Brasil. Para me identificar ao fazer o exame teórico obrigatório numa auto-escola que escolhi, o método utilizado pelo governo foi o da implantação de um scanner de impressões digitais, o mesmo que, se não me falhe a memória, algumas escolas e faculdades paulistanas têm usado para controlar a freq¼ência de seus alunos em aulas. Em poucos segundos a confirmação óbvia de que eu era eu mesmo — e não outra pessoa — surgiu no monitor de um computador e eu fui liberado.

Li esta semana uma notícia que me deixou ainda mais entusiasmado. A possibilidade de usar meus dedos para comprovar minha identidade, agora no supermercado, foi de me encher os olhos. Nos EUA, segundo li, o Wal-Mart é apenas um entre alguns gigantes do comércio que têm planos para implantar a tecnologia em suas lojas. Apelidada de carteira eletrônica, pode diminuir a ocorrência de fraudes e roubos de identidade, aumentar a velocidade para o pagamento das compras e também diminuir o tempo de processamento das transações financeiras. Tal redução de tempo pode representar, por exemplo, apenas para o Wal-Mart, até 2009, um aumento de 3 a 4% em seu faturamento. Para os clientes, comodidade à vista.

Para começar a pagar as contas biometricamente, cada cliente precisaria cadastrar suas impressões digitais na própria loja, além de informar seus dados pessoais e a conta bancária. Depois, bastaria apontar o dedo para o scanner, na fila do caixa e pronto. Um ganho de 70% em velocidade, pelo que entendi. Mas há pelo menos uma coisa que me deixa bastante alarmado, e que pra mim parecia coisa de ficção científica, tal como vi em um filme — se não me engano, O Quinto Elemento, com Bruce Willis. Nele, corta-se o dedo de uma personagem para usá-lo em um scanner de acesso a um prédio, não me lembro exatamente qual, agora.

É uma possibilidade — remota, é verdade —, mas que precisa ser considerada. É fato que ninguém precisa ficar paranóico, pois não será em cada esquina que alguém tentará cortar seu polegar. Mas é justamente isso o que me preocupa. Para que o debate se torne tão grande quanto aquele que, há algum tempo dava conta de que muita gente tinha medo — e ainda tem — de comprar on-line por causa das fraudes eletrônicas com cartões de crédito, basta uma simples constatação: Não é preciso que cortem o seu dedo. Um pote de Super Massa — lembram daquele brinquedo, da Estrela? — pode fazer o serviço sujo pelos bandidos. Tudo o que eles precisam é de um molde daqueles que os dentistas usam. Tiram um molde, enchem o dito cujo com a massinha de modelar para crianças e saem por aí fazendo pagamentos. Os scanners chegam a ser enganados em até 90% das vezes.

Meus 7 meses!

Oi gente! Continuo crescendo, e agora já completei meu sétimo mês de idade!! Além de estar me alimentando cada vez mais com coisas diferentes, mamãe e papai têm dito o tempo inteiro que eu estou me tornando um menino cada vez mais ativo! Acho que eles dizem isso porquê a cada dia eu me movimento mais rapidamente e quero mexer em tudo o que eu vejo ao meu redor.

Fazendo pose

Entre as novas coisas que aprendi a fazer recentemente está mexer no controle remoto da televisão, desligando ela ou mudando de canal quando eu bem entendo. É só deixar o controle remoto ao meu alcance que eu vou lá brincar com ele. Mamãe comentou com papai outro dia que queria ver uma coisa importante que ia acontecer na novela. Enquanto o papai jantava, fiquei com a mamãe na frente da televisão e na hora em que a cena que ela queria ver ia passar, desliguei a televisão!! Quando mamãe tornou a ligar, já tinha acabado a cena!

O que vocês acharam dessa minha proeza? Eu, pessoalmente, depois de ter desligado a TV, dei foi muita risada, porquê achei tudo isso divertidíssimo!

Fora essa história, o que posso dizer é que logo logo vou poder, além de escrever aqui, falar com vocês! É porquê estou começando a querer formar minhas primeiras palavras, e, a cada dia que passa, tento falar alguma coisa diferente. Por enquanto não dá pra ninguém entender nada, mas daqui a pouco vou estar falando pelos cotovelos!!

Tempo Esgotado?

É engraçado como um pensamento que eu tive recentemente — e que até citei em um dos meus posts, não me lembro exatamente qual, agora — pode ter surgido em comentários da mídia internacional. O assunto, algo extremamente banal, tem a ver com a diminuição na busca e compra de relógios de pulso pela população em geral, sobretudo aqueles que são mais jovens.

Essas pessoas, assim como eu pensava, têm usado qualquer outro dispositivo à mão — normalmente, seus telefones celulares — para consultarem a hora. IPods, handhelds e outros portáteis com certeza também entram na lista de quem só usa relógio de pulso por conta de um design muito diferente, ou apenas para estar na moda. De resto, relógios de pulso servem atualmente mais para juntar poeira nas prateleiras do que pra qualquer outra coisa.

Talvez o tempo esteja mesmo esgotado para os velhos relógios de pulso. Não bastassem informar a hora do dia, os outros dispositivos — todos eles — possuem funcionalidades extras como tocar MP3, acessar a Internet ou tirar fotos e fazer filmes. Independente disso, ainda conheço muita gente que os usa. Quer por hábito ou não, assim como tantas dessas pessoas, eu com certeza me sentiria nu sem usar meu relógio, um acessório que, bem ou mal, me acompanha há mais de 20 anos.

Imagens valem mais que…

mil palavras, já diziam alguns ditados populares sábios, e também pessoas de igual sabedoria, não é mesmo? Talvez por isso é que muita gente goste de fotografia — eu, é claro, estando incluído nesta conta, embora minhas fotos não sejam nada profissionais — e também de qualquer outra forma de visualização de imagens. Cartões postais, por exemplo.

Cartão postal com a Praça da República, SP, 1908Me lembro de, quando moleque, trocar correspondência com diversos amigos dessa forma. A maioria deles, como eu estava aprendendo inglês na época, morava ou nos Estados Unidos, ou na Alemanha. Cheguei também a conhecer uma menina na Grécia, então. Invariavelmente, de todos eles, recebi alguns cartões postais. Era interessante ver os locais — famosos ou não — de outros países, retratados nestes pequenos pedaços de papel que são tão antigos que os primeiros que surgiram datam de algo por volta de 1870.

Com o advento da Internet tudo se virtualizou, e não se podia esperar que com os cartões postais fosse diferente. Muitos viraram e-cards, não passando de uma página web ou animação em Flash que a pessoa atualmente recebe após alguém informar seu endereço de e-mail em conjunto com mensagens personalizadas cheias de emoticons. Os cartões-postais, assim, graças à rede mundial de computadores, se tornaram uma das coisas mais impessoais do mundo, sem-graças mesmo.

Num mundo em que câmeras digitais — quer embutidas em telefones celulares quer não — dominam as prateleiras das lojas e os sonhos de consumo de muita gente por aí afora, que pode registrar momentos felizes e divulgá-los por e-mail ou dividindo-os através de albuns on-line, talvez não haja mesmo mais espaço para os antigos cartões postais. Ou talvez, penso eu, tudo o que os cartões precisem seja uma remodelagem. Os vovôs de papel precisam de um passaporte para o século XXI.

Stuart Calvey, um estudante de design industrial da Austrália, com apenas 22 anos, pode ser o pai deste passaporte. Um novo conceito inventado e batizado por ele de Snap+Send Postcard é um aparelho que possui recursos de câmera digital com lentes de dois megapixels, uma tela de LCD de 10 centímetros, memória digital e bateria interna.

Projetado para ter baixo custo — cerca de US$ 25 — e ser descartável, o cartão postal eletrônico não contaria com recursos como zoom e exclusão de imagens. Mas seria tão fino, leve e barato que, com um selo, poderia ser enviado pelo correio facilmente. Alguém em meio a uma viagem tiraria fotos, transformaria tudo num pequeno slide show e o endereçaria à avó ou à namorada, que, por sua vez, poderiam levá-lo a uma loja de revelação local e imprimir as imagens que quisessem.

Enquanto o próprio criador admite logo que seu invento nunca competiria com câmeras digitais mais caras, ele acredita que pelo menos poderia competir de igual pra igual com as câmeras de telefones celulares. Enquanto isso, eu mesmo sou capaz de imaginar vocês lendo este post e se dando conta que e-mail é muito mais rápido e barato do que gastar US$ 25 e ainda mais despesas de postagem para enviar um aparato eletrônico pelo correio. Mas me digam uma coisa: Há ou não há um certo romantismo em enviar — e é claro, receber — cartões postais pelo correio? Ainda que se pareçam mais com pequenos palmtops

Jeans com Algo Mais

É difícil imaginar alguém que não use calça jeans. Todos nós, durante a semana, usamos, em maior ou menor grau, esta peça de vestuário que já se tornou popular há anos, e que é mesmo indispensável a muita gente. Igualmente, pense em alguém que nunca tenha ouvido falar da Levi’s. Isso é praticamente impossível, pois a marca e a roupa são praticamente sinônimos, concordam comigo?

A empresa tem perdido mercado desde 2001 para rivais como a VF, que fabrica as marcas Lee e Wrangler, mas no geral continua em ótima saúde financeira. Talvez por isso, a novidade que a empresa está prometendo seja mais atraente para os geeks de plantão do que para os próprios consumidores de roupa em geral. Tentando pegar carona no sucesso do iPod, o tocador de mídia portátil da Apple, a Levi’s está para colocar no mercado uma nova linha de calças jeans, a RedWire, que virá recheada de características especialmente projetadas para aqueles que carregam consigo o pequeno dispositivo.

A questão é que estamos vislumbrando, esta forma, a primeira calça jeans compatível com iPods de todo o mundo. Ela contará com bolsos especiais para carregar o aparelho, um controle remoto em forma de joystick e até mesmo fones de ouvido retráteis, embutidos diretamente no tecido. Com o faturamento anual na casa dos 4 bilhões de dólares, este movimento da Levi’s visa arrebanhar mercado entre os jovens, principais usuários do tocador de mídia.

Pelo que li, 75% das vendas de jeans da companhia são para clientes que têm entre 35 e 55 anos de idade, e vender calças compatíveis com o iPod talvez represente mesmo a investida em um nicho de mercado. Mas há um problema aí: Quantas pessoas, em geral, podem — ou ficariam atraídas pela idéia de — comprar um aparelho da Apple? Os custos, principalmente se pensarmos em termos de Brasil, não são o que podemos chamar de acessíveis, tornando o mercado para os tocadores de mídia menor do que poderia ser e, da mesma forma, reduzindo o número de interessados por um jeans deste tipo em território nacional.

Ainda assim, acho que a Levi’s merece um ponto positivo pela idéia, que é vanguardista. Quem sabe até, se o produto der mesmo certo e alcançar o mercado com alguma força em um futuro próximo, eu peça a alguém que me presenteie com uma calça dessas. Junto, um iPod, mesmo usado, também cairia tão bem quanto as roupas da empresa…

Acordando no Domingo!

Acabei de acordar!!

E quem foi que disse que bebês não podem acordar mais tarde no domingo?? Eu acordei, e fui logo tentando falar no berço, pra poder chamar a atenção do meu papai e da minha mamãe, que hoje, além de virem pro meu quarto me ver, ainda me flagraram de pé no berço.

Acordei agora! Acordei agora!

Como eu já contei antes que eu estou cada vez melhor na arte de ficar em pé no berço segurando nas grades, meu papai resolveu registrar o exato momento em que eu acordei. Aproveitamos para tirar essas fotinhos que eu coloquei aqui.

Cara de sapeca!Uma coisa engraçada foi a foto que a mamãe tirou de mim, ainda comigo no berço. Como eu sou um bebêzinho muito esperto e gosto de aprontar e brincar bastante, ela conseguiu registrar um momento meu em que eu fiz uma carinha que me denunciou.

Eu estava com uma carinha de menino sapeca, daqueles que vão mesmo aprontar alguma coisa, enquanto eu olhava pro papai. Isso é porquê ele e eu íamos aprontar bastante em seguida, brincando muito. Eu adoro brincar!!

Agora… quanto a esse negócio de tirarem minha foto enquanto eu tinha acabado de acordar, ninguém merece… eu nem tinha penteado meus cabelinhos, não tinha tomado meu banho e estava com a carinha toda amassada, depois do meu sono restaurador de beleza… aiaiai… se não fossem meus papais, eu não sei não… acho que não daria autorização, ou abriria a boca pra chorar… Mas como são eles e eu adoro uma foto, mesmo, tudo foi uma grande festa!!

Ficando em pé sozinho!

Eu avisei vocês que logo logo eu ia aprender a me movimentar melhor sozinho. Estou ficando cada dia melhor no meu próprio controle. Basta mamãe dar uma saída e me deixar um pouco no berço, por exemplo, que logo agarro nas grades, uso elas como apoio e fico em pé sozinho, querendo pegar tudo em volta e pronto para aprontar mil coisas!

Mas não é só no berço que eu consigo ficar em pé não. Eu tenho um cercadinho onde brinco  s vezes, e me apoio nele também pra poder ficar mais alto. Mesmo quando minha mamãe ou meu papai estão  s voltas, deitados na cama, por exemplo, me apóio neles e num instante estou mais próximo de tudo: Fica mais fácil ver o mundo de cima, afinal de contas…

Feliz Ano Novo!

Esse tal de Ano Novo é uma festa mesmo!! As pessoas comemoram bastante a passagem de ano, e fazem um barulhão enorme pra isso!! Queria ter visto a tal da queima de fogos de artifício que todo mundo comenta — e que faz um barulhão mesmo!!! — mas eu estava muito cansado da minha aventura na praia, que tinha acontecido mais cedo no mesmo dia… Assim, a única coisa que eu percebi foram mesmo uns barulhos diferentes… mas meu soninho falou muito mais alto, e quando percebi, dormi num ano — 2005, quando eu nasci — e acordei no outro!

Ano novo com meus papais!

Antes de dormir, no entanto, aproveitei um jantar mais cedo com a minha família, onde tiramos bastante fotos. A câmera do papai me focalizava o tempo inteiro e cada movimento meu ele registrava. Se já não bastasse a câmera dele, minha titia Fernanda também estava tirando fotos. Era tanta foto junta que minhas bochechinhas chegavam a doer, de tanto sorriso que eu tive que dar… Mas nem ligo, porquê eu adoro uma foto, e onde quer que eu veja um flash disparando, preparo logo uma pose pra poder aparecer bem!

Com a mamãe no ano novo! Com o papai no ano novo!

Nessa foto aqui embaixo está toda a família do papai reunida. Espero que o novo ano seja tão feliz pra vocês quanto eu sei que vai ser pra mim!!

Todo mundo junto!!! Ã?Å êêêê!