Num Piscar de Olhos

Uma das coisas mais irritantes para os donos de câmeras digitais é o fato — quase sempre inevitável — de se depararem com fotos em que seus fotografados aparecem com os olhos fechados, ou em meio a uma ou outra piscada. Afinal de contas, qual de vocês nunca passou por isso? Pessoalmente, se eu tivesse que citar exemplos, me lembraria de dúzias de amigos com os quais este tipo de incidente já aconteceu. Tudo isso, obviamente, é culpa da série de pré-flashes que assolam as pessoas sempre que se vai tirar uma foto digital. Esse monte de luzes, que tem a finalidade e reduzir os olhos vermelhos, acaba agindo como vilão, porquê confunde algumas pessoas bem na hora H.

No entanto, parece que isso agora deve ser coisa do passado. Pelo menos se a solução para o problema depender exclusivamente do trabalho de um grupo de cientistas da Universidade de Eletrocomunicações de Tóquio. Estes cientistas, liderados por Masahide Kaneko, desenvolveram um sistema capaz de impedir que as pessoas pisquem durante as fotos. Trata-se de um sensor que tira 15 fotos sequenciais m meio segundo, logo após o disparo do botão que bate a foto. Estas fotos são imediatamente analisadas por um computador e aquelas onde aparecem pessoas piscando são automaticamente eliminadas, ficando apenas as que possuem melhor qualidade. A invenção dos japoneses é tão poderosa que, segundo seus criadores, pode eliminar — ou ao menos, amenizar — o problema daqueles que piscam fora de hora em fotos onde apareçam até 30 pessoas ao mesmo tempo.

Pena que ainda não haja uma empresa com interesse comercial pela invenção. Mas acredito que isso seja pura questão de tempo. A reportagem que eu li diz que uma solução dessas poderia estar no mercado em menos de 2 anos e seria, sabemos todos, um belo diferencial para um modelo de câmera digital. Minha mãe que o diga. Ela é mestre em aparecer nas fotos da maneira como descrevi anteriormente. Ora ela pisca, ora aparece com os olhos totalmente cerrados. Pode ser que, finalmente, a solução esteja à caminho, não é mesmo?

Preparando o Quarto

Meus papais estão na maior correria. Inventaram um projeto de pintar na parede do meu quarto um desenho bem bonito pra que, quando eu chegar, esteja tudo bem alegre! O problema inicial deles era que não conseguiam se decidir sobre o que iam pintar. Ficaram dias e dias sem saber, decidindo entre um desenho e outro. Papo vai, papo vem, trocaram idéias entre eles e entre eles e meus avós.

Finalmente acabaram decidindo que o desenho escolhido ia ser um do Mickey, dormindo na lua com um ursinho de pelúcia agarradinho com ele. Meu pai se apressou e começou a treinar fazer o desenho. Pegou o original direto da internet, riscou uns quadrados — ele disse que era pra ter uma referência pra não perder a proporção (esse foi o nome que ele deu) — e treinou primeiro na folha sulfite…

Coloquei aqui essa foto aí em cima, pra vocês verem o serviço que ele fez. Eu achei que ficou muito legal…!! Meu papai é o melhor desenhista que eu conheço (pode até ser que eu não conheça muitos desenhistas ainda, mas ele sempre vai ser o melhor de todos pra mim). Depois que ele achou que estava bom na folha sulfite, arrastou um monte de caixas que estão com as minhas coisinhas guardadas, só esperando eu nascer, pra poder liberar a parede do quarto. E então partiu pro que ele disse que ia ser um desafio maior.

Levou uns minutos… pelo que eu entendi, o papai disse que foram uns 30. Mas depois disso, a mamãe e ele ficaram admirando o desenho, que parece que ficou bom. Eu também coloquei uma foto do resultado pra vocês verem, aí embaixo. O fato é que eu vi que o trabalho está só começando. Papai e mamãe precisam ainda limpar a parede — e meu avô sugeriu pintar o fundo de azul clarinho, pra combinar. Acho que ainda vai levar mais uns dias pra poder ficar tudo pronto… mas vai ficar lindo, vocês vão ver.

Até a próxima, gente!

Chá de Bebê

Esqueci de comentar com vocês que no último dia 14 de maio meus papais fizeram um chá de bebê pra mim. Chás de bebê são coisas muito legais, a gente ganha um monte de presentinhos, sem contar que se diverte bastante batendo papo!! Eu gostei muito… pena que eu não possa mais fazer um, senão repetia a dose! 🙂

Mesmo assim, sei que assim que eu nascer a festa vai ser a mesma! Por isso não estou preocupado… e como eu vou nascer logo, a festa não vai demorar, não é mesmo? Por enquanto, posso dizer que eu sou um neném muito feliz! Ganhei mamadeira, lenços umedecidos, fraldas, roupinhas e mais um montão de coisas.

   

O que eu sei é que quero agradecer todo mundo que veio. Meus papais, assim como eu, estão muito felizes… e eu, a poucos dias de nascer… daqui a pouco conto mais novidades, tá bom?? Até já!

Pintando o Sete



Não basta ser (futuro) pai. Tem que participar. Nem sei quantas vezes eu já ouvi essa célebre frase, mas o fato é que eu tenho percebido bastante o que ela quer dizer… Com lápis, esferográfica azul e um marcador preto, “ingredientes” para criar o Mickey que vocês vêem na imagem que ilustra este post, dei uma de minhas mais recentes contribuições…

Acontece que estou treinando ampliação de desenhos, porquê vamos pintar algo na parede do quarto do bebê, que, aliás, dentro de aproximadamente 40 dias já terá chegado. Trata-se de um trabalho interessante e demorado, e por isso precisamos começar o quanto antes. Ampliação nunca foi o meu forte nas aulas de educação artística, principalmente se o método utilizado fosse aquele mais clássico, em que se quadricula o original que deseja-se ampliar, por questões de proporção.

Mas acho que não estou tão ruim assim, não é?

A Força

Há dias que estou planejamento meu post de retorno ao blog. Ando numa onda de preguiça, combinada com o fato de que ando bastante cansado com uma série de acontecimentos no trabalho. Enquanto não encontro nada mais relevante para discutir com meus leitores, resolvi falar de algo que não posso deixar passar em branco. Estou falando da estréia do Episódio III. Eu sei que muita gente não está nem aí pro fato do último filme de George Lucas ter estreado na semana que passou. Mas nem todos pensam da mesma forma. É fácil perceber o quanto os brasileiros gostam da série Star Wars.

Digo isso porquê eu mesmo quero ver o filme — ainda não fui porquê estou esperando que os cinemas se tornem ligeiramente menos movimentados — e, ao que parece, não sou o único. Uma notícia que acabo de ler na Folha On-line demonstra que nós brasileiros somos responsáveis pela nona maior bilheteria do filme até agora desde seu lançamento. Em cinco dias de exibição a produção já levou para os cofres da Fox cerca de US$ 145 milhões.

Acima de nós no ranking de adoradores de Guerra nas Estrelas temos os chineses, os russos, os mexicanos, os australianos, os espanhóis, os alemães os franceses e, finalmente… os ingleses! O pessoal do Reino Unido tem procurado as salas de cinema mais do que qualquer outro povo da face da Terra. Até agora, só por lá, foram arrecadados mais de US$ 27 milhões. Aqueles que mais procuram os cinemas têm, obviamente, que responder pelas maiores loucuras. Um rapaz de 20 anos e uma adolescente de 17 filmavam um duelo, copiando o filme, quando sofreram um acidente: O erro dos dois foi tentar recriar sabres de luz a partir de tubos de lâmpadas fluorescentes e gasolina. As lâmpadas foram enchidas com a gasolina e, como vocês devem imaginar, acabaram indo pelos ares depois de acesas. Nossos jovens amigos estão internados em um hospital em estado grave.



E os americanos? “Não aparecem na lista?”, foi a pergunta que minha esposa me fez logo que comentei com ela nossa posição em termos de bilheteria para o filme. Parece que ultrapassamos nossos colegas dos EUA. Mas encontrei traços de loucura star-warsiana, ainda que manifestados via quadrinhos, pelas mãos do excelente cartunista Scott Kurtz, dono da não menos impressionante HQ PVP On-line. Em duas tiras que me fizeram chorar de rir — publicadas em 18 e 19 de maio últimos —, ele coloca seu personagem Otto em uma situação prá-lá-de-geek.



Otto constrói um robô que é um clone de si mesmo três anos antes do lançamento do Episódio III. Seu plano é simples: Ser o primeiro da fila quando a venda de ingressos para o filme começar. Para tanto ele deixa seu clone esperando em uma cadeira por todo este período de tempo. Mas quando finalmente chega a hora, eis que ele tem uma surpresa pra lá de decepcionante: Seu robô continua onde foi deixado. O cinema é que mudou-se dali… Embora as tiras sejam dotadas de exageros cômicos, duvido que muito marmanjo não tenha amanhecido nas filas das bilheterias dos cinemas americanos, e de todo o mundo.

O que leva pessoas a ficarem em pé durante horas numa fila, além, é claro, do privilégio de serem as primeiras a verem a nova criação de George Lucas? Talvez haja um lado nerd que aflora em muita gente quando o assunto é Star Wars. Eu, por exemplo, tenho um amigo que é vidrado na série. Mandou-me uma foto que eu estou reproduzindo aqui (deixando meu amigo anônimo, por motivos óbvios) em que ele está em pé na frente do cinema, empunhando uma reprodução de um sabre de luz. Por mais que isso possa parecer fora do comum, a coisa não é bem assim. Muita gente fez a mesma coisa e, além disso, foi vestida a caráter. O que eu mais li essa semana foram notícias que davam conta das pessoas que se vestiam a caráter, imitando Anakins e Obi-Wans. Acho, no final das contas, essa coisa muito saudável, embora não acredite que eu, de minha parte, tivesse a mesma coragem de meu amigo.

De qualquer forma, sabres de luz como os que meu amigo empunhou não são exclusividade daqueles que os montam em casa. Por exatos US$ 118,99 você também pode obter a sua versão da ferramenta de negociação dos Jedis. Como todo bom artigo à venda, estes sabres emitem sons, são sensíveis aos movimentos de quem os empunha e vêm em duas versões: A primeira com laser vermelho, para aqueles que simpatizam com o lado negro da Força. E a segunda, com laser azul. Tudo para deixar até o nerd mais exigente satisfeito. E que, manias saudáveis a parte, a Força esteja com todos, no final.

Enquanto isso, no trabalho…

Se alguém falta no trabalho, chega atrasado, discute com seus colegas e — como se ainda não fosse o suficiente — ainda por cima apresenta alguma queda de produtividade, esta pessoa provavelmente vai receber algum tipo de advertência do seu chefe, vocês concordam comigo? Pelo menos é o que a gente costuma ver acontecer não só nas grandes corporações, mas também em qualquer empresa menor, tenha ela o tamanho que tiver.

Acontece que estes sinais podem estar escondendo alguma coisa: É o que mostra uma pesquisa realizada nos Estados Unidos, que chegou a conclusão de que uma série de ataques a websites e sistemas de empresas podem ter algum tipo de motivação pessoal. Isso significa que uma parte dos hackers invade os sistemas corporativos porquê não concordaram com alguma atitude tomada por seus superiores, ou até mesmo para se vingarem devido a uma demissão. Assim, resolvem de uma hora pra outra apagar dados vitais e informações importantes, como represália. Em dois casos apurados pela pesquisa os danos chegam a mais de US$ 10 milhões, embora não passem, na média, de US$ 20 mil. Os sintomas acima são os que uma pessoa qualquer apresenta dias antes de realizar seu ataque, ainda segundo o que li.

Há pessoas que têm atitudes mais amenas, no entanto. Elas não chegam ao extremo de realizar nenhum ataque ou invasão por estarem amargando alguma atitute superior que tenham desaprovado. Mas têm armas igualmente poderosas: os chamados instant messengers, ou mensageiros instantâneos. Entre eles, os conhecidos ICQ e MSN. Uma nova pesquisa, desta vez realizada na Inglaterra, descobriu que um quarto dos funcionários que se utilizam de qualquer tipo de mensageiros consideram que este é um meio que facilita a fofoca.

Além de falar da vida alheia — do chefe ou não —, outras utilizações são dadas aos programas: 25% dos entrevistados (de um total de 2000 participantes) disse que já enviou informações que o chefe desaprovaria através dos serviços. Outros 16% foram mais além e compartilharam informações confidenciais que nunca deveriam ter saído do interior da empresa. Como a grande maioria das instituições não possui nenhuma política a esse respeito, fica fácil de tais acontecimentos se tornarem corriqueiros e até banais.

Quem dirá o que acontecerá se — a qualquer hora — resolverem fazer um levantamento parecido por aqui, não é mesmo?

A vida pode imitar as piadas, sim



A piadinha ilustrando este post é mais velha do que posso me lembrar. Honestamente, duvido que qualquer um de vocês ainda não a tenha recebido por e-mail. Trata-se da velha questão relacionada à liberdade de escolha que as pessoas podem — ou poderiam — exercer. Vocês, inclusive, podem estar se perguntando porquê motivo eu colocaria esta imagem em um post meu. Eu, de minha parte, lhes confesso que jamais pensei em utilizar algo tão batido como inspiração.

Mas, igualmente, jamais pensei que a piada pudesse ganhar proporções reais. Dos Estados Unidos vem a história de Ross Hopkins, um americano de 41 anos que levava sua vidinha pacata como supervisor da Budweiser. Alheio ao incômodo que suas preferências pessoais pudessem lhe causar, ele se deixou ver bebendo uma cerveja de outra marca em um lugar qualquer. Acontece que, graças a esses acasos da vida, foi flagrado pelo genro do dono da distribuidora onde trabalhava, a American Eagle Co.

Coincidentemente ou não, logo após o incidente nosso pobre amigo se viu em maus lençóis, e acabou sendo demitido por fazer uma “escolha errada” de bebida. Obviamente Ross não deixou barato. Recorreu à Corte do condado de Wel, no Colorado, apresentando a defesa de que a empresa onde trabalha não tem o direito de dizer a ele qual tipo de bebida deve beber quando ele está fora de serviço.

O caso continua enrolado. O advogado da empresa não admite que a demissão tenha ocorrido por tal motivo: Para ele, Ross teria sido mandado embora por condutas que não ligam racionalmente suas atividades de trabalhador com as responsabilidades de um emprego particular. Pura conversa de advogado, daquelas pra boi dormir, mesmo, sabem? E a piada, se querem saber a minha opinião, neste caso não tem a menor graça, como a da Pepsi, já tão batida…

Epidemia de Sorte

Quantas pessoas você conhece que já ganharam algum prêmio na loteria? Não estou falando dos pequenos prêmios, não, daqueles que a gente tira em raspadinhas e que só dão mesmo pra comprar outra igual. Estou falando de prêmios grandes. Daqueles que você tem mais chance de um raio acertar a sua cabeça do que de faturá-los. Eu não conheço uma pessoa que tenha ganho um valor tão alto assim apostando em loterias. Que direi eu, então, de várias pessoas? É preciso muita sorte, não é mesmo?

Falar em sorte faz com que as mentes de algumas pessoas automaticamente materializem a imagem dos famosos biscoitos chineses da sorte, aqueles que você encontra em restaurantes. Estes biscoitinhos contêm pequenas mensagens que contam a sorte das pessoas, tal como acontece nos horóscopos. Há muita gente que acredita nestes papéis, mas há também pessoas céticas como eu, que não dão a mínima importância pra essas coisas. Mas este post está aqui justamente para provar que mesmo os céticos como eu têm que passar a acreditar mais na sorte. Ainda mais quando ela é coletiva.

Se uma pessoa joga na loteria com os números que encontra num desses biscoitinhos e ganha um prêmio, é mero acaso, não é mesmo? Mas o que dizer quando 110 pessoas encontram tais números em sua sorte, ao ler o biscoito, resolvem jogar na loteria seguindo o palpite e acabam, todas elas, ganhando prêmios que variam entre US$ 100 mil e meio milhão de dólares? Foi exatamente isso o que aconteceu nos EUA. A Powerball, loteria americana que é veiculada em 27 estados americanos, além de Washington e as Ilhas Virgens, teve que pagar cerca de US$ 19 milhões em prêmios inesperados no sorteio do último dia 30 de março.

As autoridades suspeitaram de fraude (e quem não o faria?): foram atrás do caso, descobriram que alguns números de loteria haviam sido mencionados em episódios de séries de televisão, como Lost, por exemplo, mas não encontraram conexão. Somente quando os ganhadores disseram que haviam tirado seus palpites de biscoitos da sorte é que chegou-se à uma distribuidora dos produtos, a Wonton Food, de Nova Iorque, que diz ser a maior produtora de biscoitos da sorte chineses do mundo. Voilá! Num acaso do destino, os números ganhadores estavam mesmo impressos nas tirinhas de papel.

Pelas leis da estatística, segundo a própria notícia do Yahoo!, entre os 10,4 milhões de apostadores, o normal seria que apenas quatro ou cinco ganhadores surgissem. A fábrica que distribuiu os biscoitinhos fabrica mais de quatro milhões deles todos os dias, sendo que 97% deles carregam combinações numéricas como as que foram apostadas pelos sortudos. Há 10000 combinações diferentes, todas sorteadas pelos próprios empregados da Wonton Food, que as agrupam em listas de seis números, depois de sorteá-los de uma bacia.

Isso é sorte. E eu, coitado de mim, continuo é pobre. Alguém tem um biscoitinho desses por aí?

Filosofia de Botequim

Qual o motivo para que 99% das pessoas que eu conheço, e provavelmente para que, da mesma forma, 99% por cento das pessoas do mundo inteiro prefiram as balas de goma vermelhas? Eu serei novamente o único ser na face da Terra que não faz distinção do sabor das balas, gostando de qualquer uma delas??

Cafézinho

Que praticamente 100% dos brasileiros já nasce com aquele gene especial que os pré-dispõe a serem fãs de um bom cafézinho, eu já sei. Eu, no entanto, ao menos neste aspecto, devo ser um caso para a ciência estudar: Odeio café, fraco, forte, doce ou amargo. Não importa. Talvez seja porquê desde a época em que eu morava com meus pais o único que toma café em casa é meu pai, mesmo. E olha que, de uns tempos pra cá, nem ele tem tomado. Talvez também seja pela pura falta de entrosamento com essa bebida, preferência nacional dos brasileiros, que eu não tenha me espantado ao saber, lendo as notícias de hoje, que surfar na internet no ambiente de trabalho pode ser mais viciante do que o café.

Uma pesquisa realizada nos EUA, ouvindo 354 funcionários de empresas com menos de 100 funcionários cada, revelou que 52% dos entrevistados troca o horário daquela pausa para um café por minutos de navegação na web, sobretudo para que possam tratar de assuntos pessoais: Estas pessoas têm preferências de navegação. Os sites de notícias estão em primeiro lugar, citados por 81% dos entrevistados, seguidos pelos e-mails pessoais, com 61% — sendo este o meu principal motivo de acesso à web em ambiente de trabalho, ao menos no que se trata de assuntos não profissionais. Também foram citados os bancos (58%), sites de viagens (56%) e compras (52%). De qualquer forma, uma coisa é certa. Para mim, ao menos, uns minutinhos de navegação valem muito mais do que qualquer xícara vazia…

O Primeiro Dia das Mães da Mamãe



Para alguém que nem nasceu ainda eu estou ficando um bebê muito viajado! No feriado de Tiradentes, como eu tinha contado pra vocês antes, fui pra praia. Agora chegou o dia 8 de maio e eu fui pôr meus pézinhos na estrada de novo. Dessa vez fui pra Lorena. Eu nunca contei pra vocês, mas lá é a casa dos meus bisavós: Meu bisavô Darci e minha bisavó Lourdes. Foi legal porquê matei a vontade dos dois: eles ainda não tinham me visto aqui, na barriga da minha mamãe. E olha que já está quase na hora de eu sair daqui, hein?

Aliás, falando na mamãe, nessa foto aí de cima ela está com o papai, justamente em Lorena. Meus bisavós fizeram um almoço lá, pra comemorar o Dia das Mães, e tinha muita gente! É o primeiro Dia das Mães dela. Ela recebeu muitos cumprimentos de um monte de tias e tios do meu papai! E também, de surpresa, ganhou um sachê de presente da tia Lúcia. Ela deu um de presente pra cada mamãe que estava no almoço! Meu papai, que estava tirando um monte de fotos, também tirou uma do cartãozinho que estava junto. Olha só que legal:



Ah, tem mais uma coisa! A minha tia Fernanda, que desde que eu era do tamanhinho de um grãozinho de arroz, fica tentando me sentir mexendo na barriga da mamãe, tentou hoje de novo. Disse que ia fazer plantão, que não ia arredar pé de perto da mamãe até me sentir mexer… mas ela perdeu tempo, porquê eu fiquei brincando aqui na barriga ontem, o dia inteirinho. E a noite inteirinha também. Na hora em que ela estava tentando ver se eu mexia eu estava dando era um belo de um cochilo… E não foi dessa vez que minha tia conseguiu me ver mexer.

Poxa tia… não desiste não, viu? Faz mais plantão que eu mexo sim!! 🙂 Mas agora eu já vou indo, que estou cansadinho… Até qualquer hora.



Rojo

Há um tempo atrás, navegando pela internet, me deparei com um site que, àquela época, ainda estava em sua fase beta. Tratava-se de um serviço similar ao Bloglines, ou seja, um agregador RSS via web (se, por acaso, você ainda não sabe do que se trata o RSS, está perdendo tempo: fique por dentro imediatamente). O nome do serviço era Rojo. Me lembro que eles ofereciam alguns screenshots da ferramenta que me deixaram bastante interessado, mas que, por ainda se tratar de um serviço experimental, não estava aberto para inscrições. Eu tive que me cadastrar e esperar, pacientemente, até que os administradores do site me enviassem um convite.

O envio do convite aconteceu semanas depois, e eu já tinha até esquecido do Rojo. Mas claro, abrindo o e-mail que eles me enviaram, fiquei super entusiasmado. Eu me entusiasmo fácil por serviços beta, como foi o caso do Flickr, que agora já saiu desta fase. Fui logo acessar a página e, confesso, foi a primeira vez em que fiquei decepcionado. A interface do Rojo era demasiado complexa, cheia de botões e menus que não eram nada atrativos: Era capaz do usuário se confundir com tanta coisa junta, se sentir pouco à vontade. Deixei o negócio pra lá e fiquei com o Bloglines mesmo.

É claro que, cedo ou tarde, mesmo que se deixe um site pra lá, ele acaba voltando às nossas vidas… Estava dando uma olhada nos bookmarks coletivos mais recentes do del.icio.us e encontrei um link comentando sobre o Rojo. Me pareceu um sinal para experimentar a coisa novamente, ainda mais porquê o tal link, de abril deste ano, dizia que o serviço já havia saído de sua fase de testes. Lá fui eu acessar a página, lembrar do meu usuário e senha esquecidos. Fiquei com a impressão de que ia encontrar a mesma interface confusa, a mesma quantidade de coisas ainda fora do lugar mas — que surpresa — a coisa não foi bem assim.
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Flickr Gifts

Há uns dias atrás comentei aqui que havia recebido um e-mail do Flickr que mais parecia brincadeira de primeiro de abril. Afinal de contas, me ofereciam, na mensagem, três benefícios por ter acreditado neles em sua fase beta.

O primeiro e o segundo benefícios foram imediatos: Minha conta pro ganhou uma validade estendida, de mais um ano. Agora tenho assinatura até o final de 2006. Além disso, a capacidade para enviar fotos também foi duplicada, passando de 1Gb por mês para 2Gb. E a última das novidades, que eu também citei anteriormente, dizia respeito a possibilidade de eu promover dois usuários do sistema à usuários pro: Assim eles também podem usufruir da transferência mensal gigante.

Levando em consideração os dois primeiros comentários que recebi no post, naquela ocasião, fiquei feliz com os felizardos: Um deles é leitor de longa data deste que vos escreve. A outra sortuda é uma amiga mais recente, mas com quem eu me identifiquei muito, desde o início. Estamos inclusive tocando projetos juntos.

Pena que foram apenas duas contas pro. De qualquer forma, se o Flickr oferecer mais alguma, eu aviso vocês de novo, tudo bem? Um último detalhe: Lembrei que nada melhor do que uma transferência mensal altíssima para suportar todas as fotos que eu vou tirar com meu novo memory stick de 256Mb. É isso mesmo, até então minha Sony DSC P72 contava apenas com seus míseros 16Mb convencionais… mas agora, me aguardem!

No Time

Ando meio que na correria por esses dias. Estou substituindo um amigo enquanto ele está de férias do trabalho. Ele vai para a Bahia enquanto eu fico por aqui… Enquanto isso episódios de CSI têm recheado as minhas noites, alternados, obviamente, com a sempre esperada seq¼ência de eventos de Lost, que está cada dia melhor. Blogar? É óbvio que vou tentar não ficar longe, mas não posso prometer, por enquanto…