Bichano de Sorte

Quando eu era menor — e também hoje em dia, quando tenho tempo, é verdade — costumava assistir muitos desenhos animados e, entre eles, o famoso Tom e Jerry. Como todos vocês sabem, o desenho conta a história do gato Tom, que sempre tenta — mas nunca consegue — pegar Jerry, o rato. As situações pelas quais os personagens passam nesse desenho são hilárias e, é claro, muitas delas só podem acontecer porquê se trata justamente disso: Um desenho animado, obra de ficção para nos divertir.

Dizer que um gato tenha passado por um ciclo completo de lavagem em uma máquina de lavar é justamente uma das situações que eu, sinceramente, só imaginaria ver em um desses desenhos. Mas aconteceu de verdade: Toreilles, o gato que realizou a façanha, adormeceu em uma máquina de lavar, tendo sobrevivido a 60 minutos de lavagem a 40 graus centígrados de temperatura! Segundo a nota que eu li, sua dona disse que o gato foi até a casa de um vizinho procurar um lugar quente para dormir.

Eu sinceramente não sei se os gatos têm sete ou nove vidas. Mas que esse aí perdeu uma delas, isso é bem verdade 🙂

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Dieta pouco ortodoxa

Na inglaterra os cientistas estão desenvolvendo um robô que gera sua própria energia comendo moscas: A idéia dos britânicos é que moléculas de açúcar das estruturas externas dos insetos sejam quebradas, produzindo corrente elétrica. Quando eu li esta notícia, a princípio, fiquei bastante espantado: Eu não vi a finalidade imediata do porquê um robô precisaria comer moscas para se locomover e realizar o restante de suas atividades.

Mas o uso que eles querem dar ao EcoBot 2 é algo que justifica tudo: A idéia é enviar os robôs para as regiões mais inóspitas do planeta, onde é preciso fazer coletas de dados diversos, como concentrações de gases tóxicos à beira de vulcões, por exemplo. Os únicos detalhes são que o mecanismo que pegará os insetos para os robôs ainda não está totalmente desenvolvido, o que quer dizer que nossos amigos robóticos têm sido alimentados manualmente; outra coisa: o cheiro do robô não deve agradar, já que os cientistas estão pensando em usar água de esgoto ou excrementos para poder atrair as moscas…

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Relíquias do Passado

A maioria dos usuários de computador que eu conheço — e eu, é claro, estou incluído nas estatísticas — possui pelo menos um drive em seu equipamento destinado à leitura de disquetes. Eu me lembro de quando eu comecei a usar um MSX, se não me falhe a memória por volta de 1985. Lá estava ele, um bom e velho drive de 5¼ polegadas. Os disquetes que a gente usava naquilo eram maiores do que os que estamos acostumados hoje em dia, de 3½ polegadas, e possuíam uma capacidade ligeiramente menor. No entanto, esses disquetes com esse tamanho todo não são os maiores que já existiram: Havia as bolachas gigantes de 8 polegadas. Destas nem eu me lembro, a não ser de ter visto uma delas uma vez, guardada por amigo, relíquia do pai dele.

O fato é que, ainda falando dos tempos de MSX, um disquete de 5¼ polegadas podia comportar centenas de programas em BASIC, e de jogos, escritos na mesma linguagem. Um disquete desses era uma diversão só, já que, em termos de jogabilidade, representava possuir nas mãos o equivalente a dezenas — ou mesmo centenas — de cartuchos com os games do momento. Mas o tempo foi passando, e o bom e velho MSX foi saindo de linha aqui no Brasil. Uma pena, e isso me dá uma tristeza pela qual eu choro até hoje. Mas isso é outra história.

Voltando ao assunto principal deste post, o que fazer com os disquetes de 5¼? Os drives destes disquetes foram sendo aposentados pouco a pouco — o meu computador só possui um drive de 3½ polegadas, por exemplo: O motivo disso é que seus substitutos comportam mais informações, chegando à capacidade nunca antes superada, até então, de 1,44 Mb de armazenamento. Isso é suficiente para armazenarmos programas de computador simples, como as listagens em C++ que vemos na faculdade, ou classes em Java que para nada servem, e que são meramente didáticas. Para os usuários mais convencionais, e não me deixando dominar pelo linguajar muito técnico, é suficiente para arquivos criados no Word, ou planilhas do Excel. Meu pai é fã dos disquetes de 3½ polegadas até hoje, porquê anda com seus controles — feitos em Excel — pra cima e pra baixo num deles. Continuar lendo

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Mal à saúde

Então você, como eu e milhares — bem, talvez milhões — de pessoas, se sente cansado, estressado e sobrecarregado sempre que volta do trabalho? Eu, por exemplo, passo por dias em que tudo o que eu quero, depois de fechar a porta de casa deixando pra trás mais um dia no emprego, é dormir profundamente, tamanha a canseira pela qual eu me vejo passar. Há pessoas inclusive, que poderiam dizer que trabalhar tanto vai acabar lhes matando. Será mesmo?

Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Estresse de Nova York, e publicada pelo jornal americano The New York Times dá conta de que não: Trabalhar demais não mata ninguém. No entanto, a descoberta deles implica em algo que nós já desconfiávamos há muito tempo: Em excesso, o trabalho pode sim fazer mal à saúde do trabalhador. O excesso dele provoca doenças, como a diabetes, ataques cardíacos e enfraquecimento do sistema imunológico.

A reportagem cita que medidas antes consideradas como promovedoras do aumento dos lucros nas empresas agora causam prejuízo: Provocar o aumento da produtividade expondo os empregados à rotinas de trabalho mais puxadas, bem como promover a diminuição no número de funcionários, por exemplo, tem custado aos EUA somas equivalentes à US$ 300 milhões por ano. Isso sem falar em outros países.

Enquanto isso, aqui no Brasil, onde a realidade se assemelha muito à dos países desenvolvidos — nesse sentido, ao menos —, o melhor é usar a velha regra da “chave”: Se você trabalha das 7 às 17, por exemplo, desligue sua “chave geral” após esse horário. Deixe as preocupações do trabalho pro dia seguinte, relaxe e curta sua vida. É o que eu tento fazer, e eu tenho que dizer que tem dado certo. Sério.

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Show de Vizinha

Elisha Cuthbert, DanielleNão é só como Kimberly Bauer, filha do personagem Jack Bauer de 24 Horas, que a atriz canadense Elisha Cuthbert está fazendo sucesso. Em Show de Vizinha (The Girl Next Door, IMDB) ela interpreta um dos papéis mais inovadores — e desafiadores — de sua carreira, ao dar vida à Danielle, uma ex-atriz pornô que se muda para uma nova casa, não querendo revelar seu passado.

O ambicioso Matthew Kidman, líder estudantil pouco popular entre sua turma na escola, interpretado pelo ator Emile Hirsch, logo percebe a moça, já que a casa para onde ela se muda é ao lado da dele, e inevitavelmente eles acabam se apaixonando. A paixão vem em um momento decisivo da vida de Matt, que está às voltas com seu discurso para ingressar em Georgetown, garantindo uma ótima faculdade e um futuro brilhante para si, no qual almeja ser o Presidente dos Estados Unidos.

“Qual é a coisa mais louca que você já fez ultimamente?”, Danielle lhe pergunta logo da primeira vez em que os dois se encontram, na casa dele. Ele está prestes a descobrir uma série de lições importantes sobre sua vida, e também que há muito mais coisas loucas que se pode fazer do que ele próprio imagina, quando se está apaixonado por alguém de verdade.

Peguei este filme usando o Shareaza, assim como eu tinha feito anteriormente com Eu, Robô. Confesso que eu estava com curiosidade de conferir a atuação de Elisha Cuthbert — que aliás, não me desapontou — no filme, mas acabei gostando da história como um todo. Esta é uma comédia romântica que eu recomendo a todos vocês, com a garantia de que irão se divertir muito com as tiradas hilárias que permeiam a história. E quanto à Elisha… ai, ai… é linda, não é mesmo? 🙂

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Eu, Robô

SonnyVocê se levanta pela manhã, vai até a cozinha e ordena que a cafeteira faça seu café. Enquanto isso volta ao seu quarto e, com um simples comando de voz, liga o aparelho de som com sua música favorita. Relaxa, vendo as notícias na Internet, logo depois de ter usado um comando de voz similar com o computador. Esta é a Chicago de 2035, retratada pelo filme de ação e ficção científica Eu, Robô, estrelado por Will Smith.

Nesta mesma Chicago, a população convive normalmente com robôs que se tornaram braços-direitos dos seres humanos: Fazem desde assistência pessoal, até serviços braçais e pesados, como servir mesas de bar e recolher o lixo das ruas. Os NS4, robôs fabricados pela U.S. Robotics (não a velha conhecida fabricante de modems) são perfeitos, sendo seguros por virem programados com três leis que impedem que um robô faça mal físico a uma pessoa, que impedem que ele cumpra ordens de fazer mal a uma pessoa, e também que fazem com que eles protejam sua própria existência, desde que não coloquem em risco a vida de um ser humano.

Mas nessa Chicago futurista, o criador dos robôs, Dr. Alfred Lanning, aparece morto na empresa que ele mesmo havia criado. As hipóteses indicam suicídio. Mas e se… um robô fosse o verdadeiro assassino? É trabalho para o detetive Del Spooner, interpretado por Will Smith, descobrir a verdade. Del é o cara mais anti-tecnologia de sua época, possuindo em casa aparelho de som que é ligado pelo velho controle remoto, dirigindo seu carro automático em modo manual e preferindo o jornal de papel e o tênis All-Star à Internet e sapatos mais modernos. Na verdade ele tem medo da tecnologia. Mas é com ela que precisará lidar se quiser chegar ao verdadeiro culpado pela morte do Dr. Lanning, que era seu amigo pessoal.

Um dos melhores filmes de ação e ficção científica que eu já vi nos últimos tempos. Vale a pena.

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Internet, essa destruidora de lares

E na Grã-Bretanha o número de divórcios está aumentando, sendo este o terceiro ano consecutivo em que isso ocorre. Os especialistas em matrimônio do país estão culpando a Internet como principal motivo para isso. Segundo eles, o problema é que o número de salas de bate-papo e de serviços de relacionamento on-line — como o Orkut e o Multiply — têm aumentado bastante ultimamente. Isso sem contar os meios mais antigos de se encontrar pessoas on-line, como o bom e velho IRC, e até a troca de e-mails.

A reportagem da Folha On-Line menciona que os serviços em si não são necessariamente os (únicos) culpados. Na verdade as pessoas é que acabam reencontrando velhos amigos, reatando contatos da infância, e reencontrando seus primeiros amores: Ou seja, tem gente procurando por suas primeiras namoradas e namorados, e em alguns casos, achando. E, como já dizia aquela musiquinha, “paixão antiga sempre mexe com a gente…”. Mas pessoalmente, não sei se dá pra ir culpando a internet assim.

Basta que se saiba dosar as coisas. Você não precisa se pendurar o tempo inteiro na frente do computador, não é verdade? Até para nós, que usamos o blog pra nos comunicar, isso é fácil de fazer: Troque os posts em excesso por bons filmes bem acompanhado, programas com os amigos e coisas do gênero. Você vai ver que a sua relação vai durar muuuuito mais tempo, já que namorar sempre foi melhor do que jogar uma partida de Counter Strike… 🙂

Mas vamos parar, que isso aqui tá até parecendo consultório sentimental, já!

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Peculiaridades

Quando nos damos dois minutos a mais para buscar notícias interessantes, acabamos nos deparando também com certas pérolas que não encontramos todos os dias. Desta vez acabei cruzando com dois casos.

Na Alemanha, um professor foi condenado a aumentar as notas de uma de suas alunas, depois que ela foi reprovada em gramática e seus pais decidiram questionar o porquê. Chegaram à conclusão que a culpa era inteiramente do professor, que fazia uma série de perguntas ambíguas — que dificultavam seu entendimento — nas tarefas que passava aos alunos. O resultado foi que a corte marcial do país concordou com os pais, e aumentou as notas da menina, que agora sim passou de ano tranquilamente.

Já na Romênia, nada de problemas escolares. O caso lá tem a ver com garçonetes e sua capacidade de misturar trabalho com diversão. É que por lá a mania das moças é arrumarem casamentos com seus fregueses. A coisa saiu tanto do controle do proprietário de um dos restaurantes, que ele decidiu colocar um aviso pendurado no seu estabelecimento: “Parem de se casar com minhas garçonetes”. Pudera: 12 de suas meninas saíram do emprego após se casarem. A fúria do homem se dá porquê, segundo ele, quando as meninas lhe pediram emprego, praticamente lhe imploraram a vaga, por serem pobres e precisarem de dinheiro. Agora que foram embora, ele diz que vai contratar só homens pra não passar por este tipo de problema. Será que resolve?

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