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Tinta Condutora?

Quando você leva os filhos ao McDonald’s australiano e lhes compra um lanche, recebe um brinquedo pra eles, juntamente com uma bandeja, onde está desenhado um labirinto, à tinta. Até aí, esse tipo de coisa é normal, porquê também acontece aqui no Brasil, correto? Bom, as semelhanças param por aí, pois quando os seus filhos conduzem o brinquedo pelo labirinto da bandeja, as luzes dele se acendem.

Uma outra situação muito interessante: Você está em casa jogando Detetive, com um tabuleiro inteligente, que pode determinar automaticamente onde as peças estão, emitindo efeitos sonoros e música durante uma partida. Isso sem falar em medicamentos cujas caixas fazem a leitura automática da bula para os pacientes, principalmente no sentido de auxiliar os mais idosos.

Parece sonho demais pra você, qualquer uma dessas coisas? Pois não é. Em Nova Iorque, uma empresa chamada T-Ink parece ter conseguido o impossível: Criaram uma tinta especial condutora de eletricidade, que poderá substituir cablagens, placas de circuito e baterias. Todas estas coisas serão desenhadas com a tinta. Andrew Ferber, vice-presidente da empresa, é visionário à respeito do assunto: O que a empresa quer é um papel impresso que possa conversar, e ele imagina jornais impressos que contenham alto-falantes para a leitura de notícias, circuitos de transmissão, entre outras coisas.

Imaginem se essa tinta fosse colocada em canetas comuns? A quantidade de aplicações, desde as mais triviais até as mais avançadas, seria ilimitada, virtualmente Quem sabe isso não barateia o custo de produção de eletrônicos, e torna as coisas mais acessíveis, inclusive no campo dos computadores e internet? É só dar tempo ao tempo, não é verdade?